Segundo as estudantes, a ideia surgiu a partir da convivência delas com uma pessoa com transtorno do espectro autista (TEA).
As estudantes baianas Ana Clara Cerqueira, Evelyn Rodrigues, naturais de Salvador e Rayka Ravena, de Jacobina, no norte do estado, desenvolveram uma pulseira localizadora para pessoas neurodivergentes e idosas. O projeto usa recursos tecnológicos reaproveitados, o que reduz o que valor de produção e o torna financeiramente viável.
As jovens estão no primeiro ano do ensino médio, têm entre 15 e 16 anos e são orientadas pelo professor Anderson Reis, do Centro Estadual de Educação Profissional em Tecnologia de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador.
Por Mateus Xavier, Valma Silva, g1 BA

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