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Cinco acusados de matar pediatra a tiros em clínica na Bahia são condenados; penas variaram entre 31 e 21 anos

Os cinco réus acusados de envolvimento no assassinato do pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, morto a tiros em Barra, no oeste da Bahia, foram condenados na quarta-feira (27) após dois de júri popular no Fórum de Xique-Xique, no município que fica na mesma região.

  • Diego Santos Silva (acusado de ser o mandante do crime) – 31 anos e 4 meses de prisão;
  • Jefferson Ferreira Gomes da Silva (acusado de ser o executor do crime) – 26 anos e 4 meses de prisão;
  • Ranieri Magalhães Bonfim Borges (acusado de ser o piloto que levou Jefferson) – 20 anos de prisão;
  • Adeilton de Souza Borges (acusado de ser olheiro que estava na clínica para vigiar o pediatra) – 21 anos de prisão;
  • Fernanda Lima da Silva (acusada de ser olheira que estava na clínica para vigiar o pediatra) – 21 anos de prisão.

As decisões cabem recurso e as defesas dos suspeitos afirmaram que vão recorrer.

Julgamento durou dois dias

 

O júri popular começou por volta das 11h de quarta-feira (27) e contou com a presença dos réus, advogados, jurados e familiares de Júlio César. No primeiro dia, foram ouvidos as testemunhas:

  • O delegado de Barra, Jenivaldo Rodrigues;
  • A esposa do condenado Ranieri Magalhães;
  • A mãe da criança que estava sendo atendida por Júlio César e assistiu à execução;
  • A ex-esposa do condenado Diego Cigano;
  • A funcionária que auxiliava a vítima e também presenciou o crime;
  • A viúva do pediatra, Daniela Cunha.

 

No segundo dia do júri, os réus foram interrogados. Em seguida, começou os debates. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu a condenação dos réus e pugnou pelo não reconhecimento da atenuante de confissão em relação a Jefferson Ferreira Gomes da Silva.

Por g1

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