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Moraes determina retorno de Ibaneis ao cargo de governador do DF

Foto: Reprodução | Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira, 15, o retorno imediato do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, ao cargo.

Ibaneis foi afastado pelo ministro por 90 dias após os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O afastamento terminaria no dia 9 de abril.

Moraes atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que enviou ao Supremo parecer favorável à medida.

“O momento atual da investigação – após a realização de diversas diligências e laudos – não mais revela a adequação e a necessidade da manutenção da medida, pois não se vislumbra, atualmente, risco de que o retorno à função pública do investigado Ibaneis Rocha possa comprometer à presente investigação ou resultar na reiteração das infrações penais investigadas”, disse Moraes.

Apesar da decisão, o inquérito que investiga a suposta omissão de Ibaneis e outras autoridades na contenção dos atos violentos na capital federal vai continuar em tramitação.

A Tarde

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Bolsonaro diz que devolverá joias que entraram ilegalmente no país

 

A defesa do expresidente Jair Bolsonaro (PL) informou que ele entregará os bens trazidos ilegalmente da Arábia Saudita ao Brasil à Secretaria-Geral da Presidência da República. Mais cedo, nesta quarta-feira, 15, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que Bolsonaro devolva, em até cinco dias, as joias sauditas e as armas que estão em posse dele.

Os objetos foram listados no acervo pessoal do ex-chefe do Executivo, que nega irregularidades. Um primeiro estojo, contendo brincos e colar, que teria sido enviado para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, está retido na Receita Federal, após ter sido interceptado na chegada ao Brasil.

“O pleno do Tribunal de Contas da União por unanimidade acolheu o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no sentido de depositar os bens para a União. Em cumprimento da decisão, os bens serão encaminhados à Secretaria Geral da Presidência da República”, informou a defesa de Bolsonaro em nota.

“Precisamos garantir que isso nunca mais aconteça na história do Brasil. Presentes que são doados ao Estado Brasileiro devem ser incorporados ao patrimônio público. É preciso, de uma vez por todas, separar o público do privado”, destacou o presidente do TCU, Bruno Dantas, na sessão desta quarta-feira, 15.

Bolsonaro diz que devolverá joias que entraram ilegalmente no país

Mais de 1,5 mi de baianos devem enviar as declarações do Imposto de Renda