No dia 11 de julho, a cidade de Várzea Nova viveu um momento de exaltação à memória, à cultura e à justiça popular com a realização do 2º JURÍEPICUS — um tribunal teatral que transformou a Câmara Municipal de Vereadores em um palco de emoção, aprendizado e reflexão histórica. O evento consolidou-se como um dos maiores marcos culturais da região, unindo arte, direito e tradição em uma experiência única e envolvente.
Tribunal Teatral Ganha Vida
Com um roteiro criativo e repleto de reviravoltas, o julgamento simbólico trouxe à cena personagens históricos como Lampião, Maria Bonita, Padre Cícero, Coronel Petro, Dona Mocinha, Volta Seca, Juiz Manoel Hilário, Zumira Lanthier e Sargento Evaristo, proporcionando ao público momentos de intensa emoção e surpresa.
Participações que Reforçaram a Grandeza do Evento
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8 advogados da região atuaram com brilhantismo nos debates fictícios;
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1 juiz da comarca de Petrolina agregou valor técnico à narrativa;
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1 advogada de Petrolina reforçou o corpo jurídico em cena;
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1 oficial de justiça de Jacobina contribuiu na contextualização histórica;
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Autoridades locais como a Prefeita de Várzea Nova, secretários municipais, professores e o comando da Polícia Militar marcaram presença, evidenciando a importância do evento para o município.
Alcance Regional e Nacional
O JURÍEPICUS foi transmitido ao vivo por vários canais no YouTube, permitindo que espectadores de toda a Bahia e de outros estados acompanhassem o espetáculo, ampliando seu impacto cultural e educativo.
Idealização e Coordenação
O evento foi idealizado pelo diretor Giva Lima e coordenado por Joseane Reis, que, com sensibilidade e competência, entregaram à comunidade um verdadeiro patrimônio imaterial.
Cultura e Justiça de Mãos Dadas
Mais do que um julgamento simbólico, o 2º JURÍEPICUS foi um convite à reflexão sobre a construção da identidade regional e o papel da Justiça na formação da memória coletiva. Várzea Nova mais uma vez mostrou que, quando cultura e educação caminham juntas, o resultado é uma obra inesquecível.


